quarta-feira, 28 de novembro de 2007

e-government: Nova definição no Reino Unido



Nos últimos dias, os britânicos associam o termo e-government a:
"escândalo-governamental" ou "embaraço-governamental".
(...)
Ler notícia completa em:

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Já estão todos os mails convidados

Espero ver cada vez mais comentários e publicação de conteúdos originais. Isto faz parte da avaliação contínua da cadeira SIAP

De "cidadão-escravo" a "cidadão-cliente"

Os Direitos de um cidadão
Ser cidadão confere direitos e responsabilidades. Das responsabilidades, ressalta a obrigação de termos de agir de acordo com regras cívicas, de respeitarmos e cumprirmos a lei.
Um dos direitos que qualquer cidadão deve exigir é o de ter uma Administração Pública com quem se possa relacionar de uma forma rápida e eficiente, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida.

O cidadão-escravo
Imagine que entra num supermercado com o intuito de comprar 1 kg de bifes e o funcionário diz: “olhe, vai ter de trazer uma faca de casa, ir ao frigorífico buscar a peça de carne, traga cá que eu corto, depois venha cá buscá-la amanhã que nós só embalamos de um dia para o outro. Antes disso, vai ter de vir buscar a factura para ir pagar à caixa”.
A situação parece ridícula, mas se compararmos com alguns processos com que o cidadão se depara no seu relacionamento com o Estado, veremos que afinal não é tão descabida.
Não é admissível que a Administração Pública use o cidadão para fazer o seu trabalho, sob o pretexto de que é ele o principal interessado em cumprir a lei.
Quando o cidadão é obrigado a saber que só pode mudar a morada na carta de condução depois de alterar primeiro o Bilhete de Identidade; quando tem de pedir ao Estado uma certidão, emitida pelo próprio Estado, para que este lhe preste um serviço; quando tem de provar ao Estado realidades que o próprio Estado atesta; então estamos perante a redução, do cidadão, ao papel de mero escravo do sistema. E é isso que urge mudar!

E-Government
Embora quando se fala em e-Government se pense sobretudo no canal web, não é lícito dar-lhe alguma forma de exclusividade já que estamos num país que ainda mantém baixos níveis de literacia, bem como uma significativa população de idosos. Há que garantir que o cidadão possa interagir com o Estado através de diferentes canais (presencial, telefónico e internet) que se encontram integrados para que o cidadão possa pedir um serviço por via telefónica, ser notificado da sua conclusão por correio electrónico e ir a um balcão levantar os documentos, apenas guiado pela sua preferência e comodidade.
Assim, torna-se necessário o desenvolvimento homogéneo dos diversos canais de interacção, possibilitando a relação com o Estado de forma diversificada. É fundamental que o cidadão possa aceder a informação e aos serviços da Administração Pública utilizando os canais que lhes sejam mais convenientes e de fácil utilização
Não é suficiente disponibilizar canais de interacção em que os serviços primam pela quantidade e não pela qualidade. Antes de oferecer um serviço de forma inovadora, deve-se aproveitar a oportunidade para redefinir o processo ou processos que o sustentam. A preocupação deve ser de facultar serviços integrados que facilitem a vida ao cidadão em vez de procedimentos complexos e confusos para o comum dos mortais.

O que é então o e-government e para que serve?
- Uma forma de colocar os cidadãos no centro de tudo.
- Uma forma de saber aproveitar a tecnologia para facilitar a vida ao cidadão.
- Ser capaz de suportar a transformação dos organismos públicos em organismos mais abertos, responsáveis e eficientes.
- Uma forma de garantir a integração dos processos ao longo de toda a Administração Pública para que o cidadão não tenha de conviver com um sistema burocrático, antiquado e desajustado do mundo actual.
- Uma forma de mostrar ao cidadão que ele tem direito a ter uma entidade que se preocupa em simplificar-lhe a vida, que o trata como Cliente e que não deixa que o tratem como escravo.
- Transformar “o cidadão –escravo” em “O cidadão cliente”

(Alguns excertos retirados da internet, com as devidas adptações)

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A opinião de um juiz

Pela qualidade do texto, penso que devo divulgar.

É público e notório que existem MUITOS funcionários públicos que não fazem nenhum e outros que, mesmo fazendo alguma coisa, são manifestamente incompetentes. E, é também certo, raramente ou nunca lhes acontece alguma coisa.
Porém, isso é culpa deles, funcionários? Ou não será de um Estado que, desde sempre, assim o permite?
Mais, quem tem um MÍNIMO de conhecimento do funcionalismo público também sabe que existem alguns funcionários que fazem por si e pelos outros - exactamente graças a estes é que o Estado ainda existe.
Pergunto: é justo que estes, os bons, comam pela mesma medida dos maus?
É ÓBVIO que é imprescindível começar a diferenciar os bons dos maus. Mas pergunto, de novo: NÃO SERÁ QUE É POR AÍ QUE SE DEVE COMEÇAR? Ou é justo que se comece por pôr todos no mesmo saco, retirando-lhes direitos que adquiriram quando ingressaram na função?
Depois, há tudo aquilo que o povo desconhece: por exemplo, sabiam que os funcionários judiciais podem passar ANOS - repito, ANOS - a mais de 300 Km de casa? Tenho vários destes no meu tribunal. E não me esqueço da funcionária que tive em Benavente, que saía de casa (em LEIRIA) às 6h00 da manhã para vir de TRANSPORTES para o tribunal, onde chegava DUAS HORAS DEPOIS. Trabalhava que nem uma moura e, às 20h00, voltava para casa. Onde chegava pelas 22h00. Em regra, por essa altura já os filhos dela (com 1 e 3 anos) estavam deitados. Ela aproveitava então para, no PC dela, fazer actas...
E agora? Agora come com menos reforma, menos direitos, congelamentos...
E, pelos vistos, parece não ter direito a protestar. Porquê? Porque parece que há outros que não fazem nenhum...
Justo? Não creio.
Por fim: é justo que os problemas financeiros do Pais sejam pagos à custa dos funcionários públicos? Só por má fé se pode dizer que sim. E, no entanto, é o que está actualmente a acontecer...
Poupa-se nos aeroportos? Nos TGV's? Nos estádios de futebol para a Palestina? Nas reformas dos políticos? Não. Poupa-se nos salários dos FP's, nas suas reformas.
E resulta? CLARO QUE SIM! AFINAL, OS FP'S SÃO A MINORIA ODIADA DE TODOS OS DEMAIS PORTUGUESES. Tudo o que seja bater neles, é sucesso político garantido.
Nos entretantos, fazem-se aeroportos, TGV's, estádios na Palestina, gastam-se milhões em Timor, etc., etc., etc. e o povo... cantando e rindo.
Agora, aparecem os FP's a querer fazer greve.
Então digo isto:
no meio de toda esta merda,
parece que só mesmo os FP's é que ainda estão vivos.

De resto,
o povo português morreu há muito .

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Portugal nos "tops" do "e-government" europeu


Num ano, Portugal avançou vários degraus no governo electrónico.


Portugal está nos primeiros lugares do ranking europeu de e-government
, o acesso a serviços do governo através da internet.

São dois os critérios que estabelecem o ranking: a disponibilidade dos serviços públicos on line e a sofisticação desses mesmos serviços.

Por exemplo, se permitem interactividade com o cidadão.

- No item da disponibilidade, Portugal encontra-se no terceiro lugar, só ultrapassado pela Áustria (o primeiro) e Malta. A Eslovénia está na quarta posição e a Alemanha na sétima. A Finlândia, país sobejamente usado como paradigma de desenvolvimento, é relegado para o 12.º lugar.

- Quanto à sofisticação, Portugal consegue um quarto lugar. No topo está a Áustria, seguindo-se a Eslovénia e Malta. A "gigante" Alemanha fica-se no 9.ª lugar.

- A performance de Portugal tem vindo a melhorar. Há dois anos, na componente disponibilidade, estava no 14.º lugar; o ano passado chegou ao 10.º e agora consegue o terceiro.

- Quanto à sofisticação, a subida também foi brutal: 13.º em 2005, 11.º no ano passado e agora o 4.º. Ontem, em Lisboa, a coordenadora do projecto de investigação do governo electrónico na Europa, a sueca Madeleine Siosteen-Thiel, afirmou a necessidade de haver uma maior cooperação entre países nos projectos de investigação.


(Diário Noticias de 20-09-2007)

Os slides já estão na página da cadeira

Já publiquei na página da cadeira os primeiros 79 slides, em http://egovernment.no.sapo.pt

Slides da Aula do dia 14/11/2007

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Boa tarde

Para quem tem interesse por informação geográfica, descubram um produto publicado na Internet pela C.M. de Cascais em http://sig.cm-cascais.pt/sig/html/index1024.asp

Contém um Sistema de Informação Geográfica (SIG) que permite ao público em geral aceder a informação útil do concelho de uma forma geograficamente referenciada.
Permite acesso imediato a um vasto conjunto de informação geográfica, transversal a áreas tão distintas como:
-Urbanismo;
-Património;
-Cultura;
-Desporto;
-Ambiente;
-etc..
Permite ainda acentuar a democratização e comodidade operacional no acesso ao PDM, assim como a informação técnica sobre processos de urbanismo e obras previstas.
Para o efeito, basta accionar meia dúzia de cliques perfeitametne identificados no respectivo manuel de utilização e já está!
Esta inovação da Câmara Municipal de Cascais, representa uma melhoria substancial nos serviços prestados aos munícipes e um salto qualitativo em termos de modernização, de transparência e de rendibilidade dos recursos (escassos) da nossa Administração Pública.
Vejam com as orelhas e oiçam com os olhos!
Está "simplexmente" ... no caminho certo!!!

http://sig.cm-cascais.pt


Cumprimentos

António Marciano

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

S. Exª o Papel

Na aula, enquanto o professor falava sobre o PAPEL, paradoxo da (in)Produtividade, lembrei-me dos Gatos Fedorentos.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Processos Básicos da AP

O Estudo "Processos básicos da Administração Pública de interesse para os cidadãos e agentes económicos" da APDSI está publicado no site da cadeira

Portugal retoma o topo nas avaliações sobre e-Government na Europa e no mundo

Portugal na 7ª edição, desde 2001, do BENCHMARKING THE SUPPLY OF ONLINE PUBLIC SERVICES, encomendado à Capgemini e publicado no mês passado, atingiu as posições mais elevadas de sempre do ranking dos países europeus:
3º lugar na Disponibilização de Serviços Online
4º lugar na Sofisticação técnica (Sobretudo para as Empresas)
Ver o relatório "2007 Leadership in Customer Service: Delivering on the Promise" no sítio da Accenture
Será interessante comparar também com o Estudo da Brown University e ver o Estudo da União Europeia de Junho 2006