sexta-feira, 26 de outubro de 2007

As novas tecnologias constituem um princípio básico para o desenvolvimento das sociedades num mundo cada vez mais globalizado. Na sua plena acepção, ela postula redondamente o fim das velhas práticas e parâmetros tradicionais que não abonam para o desenvolvimento de uma sociedade.
Quanto aos meios, sou muito reservado, ou mesmo para ser sincero, sou crítico. "Em 2010 todos os cidadãos beneficiarão do acesso aos serviços da administração electrónica pelo canal que lhe seja mais conveniente." mas se bem que os que não tiverem acesso a Internet terão de procurar vizinhos, parentes mais próximos...etc. para fazerem face a este grande dor de cabeça que é a falta de acesso a Internet. aliás o quadro da inclusão social bem ilustra que; "a inclusão social ronda os 64%" e só o resto tem acesso a este grande bem que se chama Internet, como será possível que até 2010 todos os cidadãos beneficiarão do acesso ao serviço da administração electrónica?
No meu ponto de vista faltam apenas 2 anos e 2 meses praticamente, para atingirmos a meta (2010) que significará uma viragem no que diz respeito a reforma no "Sistema de informação na Administração Pública". Para tal é necessário que se crie uma plataforma de apoios no sentido de galvanizar todos os desprotegidos da sociedade a usufruírem das vantagens a que têm direito.

Em primeiro lugar há que existir uma política para combater a "Imf-Exclusão":

  1. Tecnofobia
  2. Pobreza
  3. Desinteresse
  4. Inabilidade
  5. Literacia.

Em suma, assim acautelada sociedade, assumirá uma importância marcante, contudo em dimensões sócio-económicos e culturais, e sobretudo, sabe-se que a promoção de alto nível, em aspectos peculiares de tal maneira que toda a sociedade venha a consciencializar-se da grande mudança, beneficiará a todos.

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